sábado, 31 de janeiro de 2009

"Das coisas que eu fiz a metro, todos saberão quantos quilômetros são.
Aquelas em centímetros, sentimentos mínimos, ímpetos infinitos: não."
(Paulo Leminski)

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009


É bom ver o vento passar pela janela...
Sempre lacrimejo.
Segue nisso meu coração gritando aquelas coisas de liberdade.

Um sambinha ou reggae... qualquer música de preto serve.

Grata por me levares junto ao peito.

Gaivotando a tua espera na beira do mar, planando enquanto vejo a verdade escorrer dentre tuas gerações.

Não há poesia maior.

Sentir tua mão fechando uma concha na minha.

Teu corpo:
Uma viagem de sons que finda no infinito das estrelas de André
[És tanto e tão grande que não consigo te contar.

Dizem que terminas em um "não" assim sem querer se dar, que só dá tchau quando já se despediu a muito.
Mas pra mim, és como o horizonte, e enquanto mais ando, mas longe fica o fim. Teu fim é nenhum, concluo.
És como o sexo dos primeiros namorados ou os sonhos da menina-moça. És como a luta que tu mesmo representas e que enche meu peito.