sábado, 2 de julho de 2011

Ela voltou! Pequeno segredo cor de carmim.
Poesia que nasce, cresce, morre e nasce de novo e cresce de novo e, certamente, morrerá de novo porque terá de nascer novamente.
Tive muita atenção aos teus passos, aos teus cabelos... Foram segundos que me sugeriram um legítimo vilão mexicano.
-Eu adoro barba-.
Segundos preciosos os que me fizeram sentir aquelas letrinhas surgindo no intervalo da emoção, como num fim de filme.
Um dia intenso de filmagens: Acordei com o meu coração batendo e querendo mamar, encontrei as águas ao meio dia, e só no apagar da noite, percebi a trilha sonora. Aliás, só não, nadinha de só, bem junto.
Terá sido a água que entornei todo o tempo?
O que eu sei é que ela voltou. Nem disso sei, porque acho que ela nunca se foi, o certo é: ela está em mim.

sábado, 12 de março de 2011

Eu e o AMOR: Joaquim!


Acordando para ver tua respiração...

Trocando as fraldas e pensando "como você pode ser tão lindo?"

É amar.

Seus pés emprestados de algum carneiro e as mãos que, essas sim, são de uma ovelha negra.

Ensinar que o mundo é vermelho, e ver que de qualquer coisa há de sair algo de encantador.

É a esperança, que nasce quando já não há mais nada.

Saber que mais tarde haverá uma namorada, que provavelmente será a primeira mulher de quem terei ciúmes.

Torcer para que a tua primeira palavrinha seja "mamãe" e, para que junto com ela, venha a necessidade de luta por tantas outras mães e por tantos outros filhos.

É a paixão suprema que faz com que esse coração, ateu, peça a Deus a tua saúde.