sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010



Chegou tão bonitinho, parecia um sambinha.
Essas tardes Salvam mesmo da dor, com um refúgio.
Escrevi teu nome em um clichê coração de areia. Coisas daquelas que vemos um milhão de vezes e que sempre esperamos ver mais um pouco.
Afinal do que é feito um coração enamorado senão da esperança de ver e rever coisas belas?!
Penso que por isso me enfeito toda e tenho pressa em escrever sempre.
Por isso canto minha música predileta para que durmas, quero que sonhes os versos de "Lígia", que acordes com um beijo ou massagem nos pés.
A beleza de amar é constante e exagerada. Um negócio meio doido.
Olhando o mar e vendo o amar, quero o velho piegas...
Me abrace, simplesmente.



Nenhum comentário: